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08/02/2008 19:54
retomando
Olá aos ainda leitores!
Muita coisa aconteceu desde nosso último post, motivo pelo qual acabamos não tendo tempo para atualizar nosso blog. Mas vamos tentar corrigir, aos poucos, esse imperdoável erro.
Depois que conhecemos Maria e Juan, acabamos ficando amigos do casal e saímos várias vezes. Deliciosas vezes, aliás ...vou tentar me lembrar dos detalhes e reproduzir o clima de erotismo que nos envolveu naqueles encontros...
Segunda saída
Final de semana da Pátria
Depois do nosso primeiro encontro efetivamente sexual, ficamos encantados, os quatro, com as incontáveis afinidades que tivemos. Marcamos então, um novo encontro, oportunidade para revivermos saborosas emoções. Estávamos em Santos, e os pegamos eles na porta do prédio; caía uma chuvinha fina, o que tornava a noite ainda mais aconchegante. Fizemos questão de levá-los a um lugar especial, onde tomamos drinks e cervejas, e de onde olhares e desejos brotavam incessantemente. Já calibrados pelo álcool, sem exageros, claro, resolvemos dar umas voltas de carro pela Cidade, tentando mostrar um pouco da sua beleza e sua história; fomos até o Cais (vejam que ousadia) misturar-nos àquele breu, àquela escuridão sem fim que nos assustava pelo seu gigantismo. Frida guiava o carro enquanto eu ia, ao lado, ciceroneando nossos diletos convidados, que sentavam no banco de trás. Maria estava deslumbrante, sorridente e sempre maliciosa, deixando suas pernas ao alcance do meu braço. No início, não havia percebido, mas depois senti que deixava, propositadamente, seu joelho me acariciando o braço. Tremi de prazer e emoção, deixando-me inerte naquela posição, desconfortável até, mas que me rendia imenso tesão.
Excitados, combinamos sair no dia seguinte para um programa mais íntimo ...
Fomos a uma boate dançante situada no alto da Ilha Porchat, chamada Juá.
Chegamos antes e escolhemos um lugar esplêndido, ao lado de uma janela imensa que nos contemplava com a vista para o mar e quando eles apareceram, propositalmente, nos sentamos já trocados: eu ao lado de Maria e Frida com Juan.
Ficamos conversando aos pares e creio que ficaríamos assim toda a noite sem nos importar, mas não resisti e tirei-a para dançar; pude sentir meu corpo colado ao dela no sabor da música que nem ouvia.
Ao voltarmos para a mesa, Juan já com os braços em volta de Frida, perguntou qual era o plano. Percebíamos ao redor uma dúvida constante dos freqüentadores do lugar, sem entender direito a composição dos casais, e isso nos divertiu muito!
Dali seguimos para um hotel próximo, em resposta à pergunta de Juan.
Também do quarto, a vista era linda!
Entramos, bebemos, rimos e tiramos nossas roupas.
Propus um jogo erótico, onde, com as luzes apagadas, iríamos nos tocando tentando esquadrinhar as partes do corpo que manipulávamos. Isso dá uma sensação incrível, aflora os sentidos, eleva o tesão. Somente Maria e eu fizemos a brincadeira, os dois saltaram afoitos para a cama e se atracaram... Pouco depois, nos juntamos a eles.
Comecei a chupar Frida com volúpia e a acariciá-la com a sensação boa que só o tempo de convivência traz.
Olhei para o lado e vi Maria chupando o marido com sofreguidão. Ficamos ali, nos misturando feito água, entre suspiros e gemidos, bocas e mãos que tateavam na penumbra o corpo do outro.
Ficamos assim extasiados por um tempo, e logo retomamos.
Dessa vez decidi me concentrar em Maria. Comecei a chupá-la por trás e senti que seu corpo correspondia aos meus estímulos, contorcendo-se em ondas, como se lhe percorresse o corpo uma descarga elétrica.
Virei-a de frente e aproximei meu rosto do calor que emanavam suas pernas, sentindo cada vez mais aquele odor feminino, sensual, e estimulei isso, passando minha língua num jogo de movimentos que a deixavam totalmente enlouquecida, até que ela me puxou para cima dela.....uau..... penetrei-a profundamente, olhando seu rosto enquanto estocava meu pau naquele poço quente.
De soslaio, pude ver que Frida chupava Juan, com a sede que lhe é peculiar, subindo e descendo com a língua seu membro rígido, arrancando dele gemidos altos e sôfregos, que enchiam o quarto.
Logo coloquei Maria na posição que mais gosto de fazer amor, com ela por cima, massageando seu clitóris enorme contra meu corpo enquanto dava gritinhos de prazer.
Ouvi os gemidos de Frida, balançando-se de costas com Juan enterrado entre suas pernas, e imaginei o que sentia... sei o que ela sente nessa posição. Éramos todos puro deleite. Estávamos satisfeitos com o prazer que extraímos daquela relação, da cumplicidade, e, por que não, do amor que fizemos! Foi demais.
Paramos exaustos, e fomos os três tomar banho nas duchas escocesas até quase 6h30 da manhã...
a Frida não foi, estava quase dormindo.....
enviada por Frida e Diego
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