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21/10/2008 23:50
oi nos aqui outra vez
Olá, amigos fiés e pacientes desse despretensioso blog!
Ia esquecendo de partilhar com vcs algumas aventuras que vivemos recentemente. De fato, Maria e Juan têm sido, para nós, a melhor companhia, como acho que para eles também temos sido. Outro dia resolvi chamá-los para serem cobaias de um risoto, cuja receita ia fazer pela primeira vez. Sim, adoro cozinhar, principalmente quando sei que a comida não será o prato principal. rsrs
Bem, combinamos com nosso delicioso casal que chegassem depois de 21h30 e que trouxessem uma garrafa de vinho. Aliás, este é um detalhe importante: todos os nossos encontros foram regados a vinho, pois somos apaixonados pela bebida, tanto pelo sabor quanto pelo efeito inebriante que ela nos porpociona...sobretudo em Maria...
Eram 22 horas quando chegaram. Fomos até o portão recebê-los e já na entrada beijei Maria na boca; surpreendendo-a com a minha língua ja dentro de sua boca, ela logo percebeu o clima e retribuiu sem a menor parcimônia. Ao contrário, vi em seus olhos que aquilo a excitou logo de saída e ela, então, me lançou um olhar malicioso acompanhado de um sorriso maroto.
Fomos os quatro para a cozinha. Frida estava linda, exuberante, embora vestida casualmente, adequada à ocasião. Estava de roupas pretas e uma maquiagem que realçava seus olhos e sua boca insinuantes. Maria usava um vestido marrom e um casaco, e tinha as pernas nuas e os pés aconchegados numa sandália alta.
Enquanto preparava o jantar especial, risoto de capim cidrão com coração de alcachofra, ficamos conversando na cozinha e bebendo vinhos e nos paquerando muito. Vez ou outra, Maria vinha até perto do fogão onde eu exibia meus dotes culinários e, agora sem casaco, encostava displicentemente seus seios em meus braços. Eu percebia o seu truque e me deixava ali, experimentando daquele toque e me enchendo de tesão.
Dali podia ver Frida e Juan sentados bem próximos e suas pernas roçando por debaixo da mesa, deixando que o assunto banal fluísse sem que atrapalhasse aquele jogo de sedução que haviam iniciado. Fomos ficando tomados pela excitação e por desejo, e queríamos que aquele jantar acabasse logo para que pudéssemos nos debruçar na sobremesa, que era o nosso tesão, que ja ficava incontrolável. Talvez por conta dessa ansiedade o risoto tenha ficado bem aquém do esperado...rsrs
Após o jantar fomos até a sala de estar. O ambiente era rubro devido à mobília da sala e enaltecido pela mínima luz controlada pelo tunning; "luz de lampião", costuma dizer Maria. Música, mais vinho (tomamos três garrafas!), desejo...Frida e Juan se beijavam, sentados no sofá; ela jogava seu corpo sobre o dele enquanto o beijava e ele, esparramado no sofá sob ela, acariciava seus seios e coxas.
Maria e eu ainda escolhíamos a música para aquele momento quando de repente eu a agarrei forte contra o meu corpo, puxando-a pelos quadris e esfregando-a contra meu pau completamente duro. Ela retribuiu e se deixou conduzir, abrindo a boca quente pra receber a minha língua. Vez ou outra me oferecia o pescoço onde eu deslizava minha boca deixando um rastro de saliva.
Ficamos nos agarrando, Frida e Juan, Maria e eu, até que nos jogamos os quatro juntos no sofa-cama que abri ali, e começamos a transar juntos. Maria e Frida têm aquela cumplicidade feminina de unirem-se para nos enlouqucer. Maria começou a chupar Juan deixando-o em estado de tesão pleno! Eu chupava Frida e com a língua penetrando em sua vagina, simulava o que faria dali a instantes, com meu membro, que explodia e latejava. Ela gemia, estimulada pelas palavras que eu lhe dizia no ouvido e pelos beijos que Maria lhe dava na boca, enquanto Juan, a esta altura a penetrava com vigor. Em dado momento, Maria ficou de quatro para Juan e aproximou sua boca à minha boca, que ainda insistia chupando Frida. Passou sua língua na minha língua, sugando minha saliva, e em seguida começou a chupar Frida comigo, acompanhando os movimentos que eu fazia, com sua língua colada na minha...foi um tesão indescritível! Mal podia me conter de tanto prazer e tesão e então, virei Frida de quatro e a penetrei tão fundo quanto pude, enquanto sentia a boca de Maria passeando em minhas costas.
Comia Frida com muita vontade. E Juan, agora sobre Maria, fazia o mesmo com ela. A sala era tomada por gemidos incontidos e isso favorecia o tesão. Frida e Maria se acariciavam enquanto eram comidas pelos seus homens e se olhavam satisfeitas e cúmplices. Não agüentava ver aquilo. Estava louco de excitação. Mas não pude resistir quando Maria me olhou com os mesmos olhos maliciosos, e com aquela boca ali, sedenta, me pediu "me come!". Larguei Frida delicadamente e Juan, que percebera a movimentação, foi pra cima (e pra dentro) de Frida, que o aguardava molhada, quente! Deitei-me sobre Maria. Suas pernas alvas naquela iluminação grená ficavam evidentes e vi-as abertas ali, pra mim, esperando que eu entrasse com meu pau tão duro e foi o que fiz. Ergui um pouco o seu quadril e me posicionei, ajeitando meu membro que já conhecia aquele caminho. Entrei devagar em sua buceta quente; sentia as paredes comprimindo meu pau em espasmos de prazer, pequenas fisgadas que me levavam à insanidade!
Ela respirava sofregamente, como se lhe faltasse o ar. Beijava sua boca enquanto dava estocadas leves e lentas...queria sentir aquelas "mordidas" que ela me dava com a vagina. Frida e Juan partiram então pra cima de nós. Resolvemos terminar cada qual com seu parceiro. Peguei Frida de quatro, segurei-a forte nos quadris e olhando aquela bunda linda, torneada em minhas mãos, gozei profundamente, enquanto Juan derrama sobre Maria seu gozo, auxiliado por Frida, que ensaboava a amiga com aquele leite. Estava frio. Ficamos juntos debaixo das cobertas e dormimos até o raiar do dia.



enviada por Frida e Diego
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